Olá, meu nome é Paula Coelho e eu escrevo auto-ajuda. Sim, auto-ajuda. E não essa balela de desenvolvimento pessoal. Eu não me desenvolvo em nada escrevendo, mas é de grande ajuda terapêutica. Se eu escrevesse em máquinas e acumulasse todo esse papel poderia me dar ao luxo de dizer que talvez as traças se desenvolvessem enquanto deliciavam tal profundo banquete. Mas não. Nem isso. Escrevo para o nada. Escrevo pra mim mesma.
O escritor é uma criatura tão falida que escreve por necessidade de manter uns fios de razão. Um escritor pode escrever a vida toda só pra ele e suas traças, mas não pode ter o conforto de não escrever. Quem não escreve é feliz.
Vou fazer a minha releitura clássica que nem sei se já não foi feita por nenhuma outra mente brilhante: "Escrevo, logo existo!". E é exatamente por aí.
Por falta de terapia, transcrevo meus devaneios melancólicos e dramáticos (tentando dar a eles um tom mais leve e descontraído) só pra me envergonhar logo em seguida e me perguntar aonde foi parar o meu eu literário genial. Eis o meu dilema. Preciso escrever para existir e não enlouquecer, mas não escrevo nada que possa ser lido sem ruborizar minhas bochechas...
Eis que em um inspiradíssimo insight (mistura de água gelada no calor infernal e alguns cabelos escorrendo pelo ralo) percebi que meu eu literário genial se perdeu como meus shorts e alguns muitos fios de cabelo. Em cada Outback e Burguer King (merchan direto na minha conta, por favor), em cada pizza de madrugada meu eu literário genial foi esmagado por gordura trans! Cada vez que me sinto plena meu euzinho literário genial dá sinal de vida e me manda alguns post-it's(?) com anotações de beleza imensurável! É lindo, mas a minha confusão interna vestida agora de monstro trans ainda o está sufocando....
Como perfeito espírito melodramático que sou, tenho certeza que quando não mais for a maldita trans vai ser um outro monstro qualquer. Porque todo gênio é um pouco louco *pretensão ligada* e a obra de arte só fica admirável quando trabalhada por horas a fio, depois de uma ou duas doses e uma ou duas lágrimas.
Nada na vida é fácil.
Maktub.
"A palavra tem um poder maior que muitos rituais."
“O combate nada tem a ver com a briga”.
Namaste.
Ok, chega de Coelhice. Talvez eu vá correr na praia agora. Talvez eu vá comer minha imitação da Pringles agora....
quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
E depois da tempestade......
....vem seempre a bonança!? Ok, mas tudo não tende ao caos? Não se desespere... O negócio é deixar rolar! Dando uma empurradinha ali e aqui pra manter nos eixos, claro, mas se deixando viver.
Porque as promessas que fazemos anualmente e diariamente caem nesse caos da vida, isso é fato, então o melhor é fechar os olhos e sentir o vento que leva as promessas, o medo, as dúvidas..... No fim tudo acaba bem, né? Ao menos pra você tem que acabar. Não pra mim, nem pra ela. Nem mesmo praqueles dois. Tem que estar bom pra você. Essa é a maior promessa, o maior comprometimento que você pode ter. O rumo que você segue, as empurradinhas na roda-viva são só pra chegar nesse fim, a sua felicidade.
Com a felicidade depois da tempestade sempre tem a bonança. Na tempestade tem a bonança. No caos tem a bonança. Nada impede na verdade que você seja simplesmente feliz em qualquer hora.
As coisas não estão lá grandes coisas? Você pode ser feliz tomando um sorvete. Não tem perspectiva de futuro? Assista um desenho ou desenhe algo que você adore! A felicidade está aí, pairando. Você sorri e ela gruda em você, então procure sorrisos e distribua-os depois.
No meio da "vida", existe a sua vida. E nela existe você. Bem ou mal você tem que se importar.
Na pior das hipóteses, a luz está no final do túnel. Você só tem que procurar por ela.
Na melhor das hipóteses você é a luz pra alguem.
Eu tenho os meus vagalumes particulares. E agradeço a todos eles por isso, a minha felicidade.
Porque as promessas que fazemos anualmente e diariamente caem nesse caos da vida, isso é fato, então o melhor é fechar os olhos e sentir o vento que leva as promessas, o medo, as dúvidas..... No fim tudo acaba bem, né? Ao menos pra você tem que acabar. Não pra mim, nem pra ela. Nem mesmo praqueles dois. Tem que estar bom pra você. Essa é a maior promessa, o maior comprometimento que você pode ter. O rumo que você segue, as empurradinhas na roda-viva são só pra chegar nesse fim, a sua felicidade.
Com a felicidade depois da tempestade sempre tem a bonança. Na tempestade tem a bonança. No caos tem a bonança. Nada impede na verdade que você seja simplesmente feliz em qualquer hora.
As coisas não estão lá grandes coisas? Você pode ser feliz tomando um sorvete. Não tem perspectiva de futuro? Assista um desenho ou desenhe algo que você adore! A felicidade está aí, pairando. Você sorri e ela gruda em você, então procure sorrisos e distribua-os depois.
No meio da "vida", existe a sua vida. E nela existe você. Bem ou mal você tem que se importar.
Na pior das hipóteses, a luz está no final do túnel. Você só tem que procurar por ela.
Na melhor das hipóteses você é a luz pra alguem.
Eu tenho os meus vagalumes particulares. E agradeço a todos eles por isso, a minha felicidade.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Perdoe seus inimigos....
...mas não esqueça seus nomes!
Poderia fazer parte da lista de realizações do novo ano. Lista com obs's.
Perdoe, mas não esqueça o nome.
Corra na praia, mas na volta traga pão.
Coisas assim. Promessas que vem e vão. Como as sete ondinhas que pulamos com fé. Não acho que o número sete seja um número mágico, o meu sempre foi o seis. Talvez pule apenas seis ondinhas esse ano. Mas o contato com o mar sempre me fez bem. Acho que é meio universal essa ligação com o mar. Os mineiros que me perdoem -e ainda mais os moradores do Acre. Seriam os acrianos? Acrinianos? Me lembrou marciano e acho que a coisa é por aí-, até porque eu junto o povo mineiro na mesma categoria que os cariocas e os bahianos. É uma puta sacanagem eles não terem praia. Talvez eu pule 10 ondinhas em homenagem aos mineiros e aos marcianos, mas acho que vou me cansar.
Se a cada pulo pedirmos alguma coisa para o próximo ano pulariamos até dia 4. Então, vou ser breve em meus seis pedidos. Até porque... Pobre Iemanjá... É muito pedido e ela não é santa milagreira.... Ou é?
Hoje em dia qualquer um é santo e qualquer santo faz milagre. Logo, fazemos todos tantos milagres diariamente (como voltar pra casa), porém não somos santos. Não sei, nunca fui boa em lógica, o meu terreno é a emoção.
E fim de ano eu vivo num oceano de emoções tão conturbado que Iemanjá se afogaria. E eu me afogo nele, acordando dia primeiro meio estranha. Uma dor na cabeça, um enjoo...
Voltando ao espírito até então natalino....
Desejo.... Amor, felicidades, paaaz, vergonha na cara, sorte e muuuita luxúria!! Pra mim e pra você! E que venha 2010.......
Poderia fazer parte da lista de realizações do novo ano. Lista com obs's.
Perdoe, mas não esqueça o nome.
Corra na praia, mas na volta traga pão.
Coisas assim. Promessas que vem e vão. Como as sete ondinhas que pulamos com fé. Não acho que o número sete seja um número mágico, o meu sempre foi o seis. Talvez pule apenas seis ondinhas esse ano. Mas o contato com o mar sempre me fez bem. Acho que é meio universal essa ligação com o mar. Os mineiros que me perdoem -e ainda mais os moradores do Acre. Seriam os acrianos? Acrinianos? Me lembrou marciano e acho que a coisa é por aí-, até porque eu junto o povo mineiro na mesma categoria que os cariocas e os bahianos. É uma puta sacanagem eles não terem praia. Talvez eu pule 10 ondinhas em homenagem aos mineiros e aos marcianos, mas acho que vou me cansar.
Se a cada pulo pedirmos alguma coisa para o próximo ano pulariamos até dia 4. Então, vou ser breve em meus seis pedidos. Até porque... Pobre Iemanjá... É muito pedido e ela não é santa milagreira.... Ou é?
Hoje em dia qualquer um é santo e qualquer santo faz milagre. Logo, fazemos todos tantos milagres diariamente (como voltar pra casa), porém não somos santos. Não sei, nunca fui boa em lógica, o meu terreno é a emoção.
E fim de ano eu vivo num oceano de emoções tão conturbado que Iemanjá se afogaria. E eu me afogo nele, acordando dia primeiro meio estranha. Uma dor na cabeça, um enjoo...
Voltando ao espírito até então natalino....
Desejo.... Amor, felicidades, paaaz, vergonha na cara, sorte e muuuita luxúria!! Pra mim e pra você! E que venha 2010.......
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Como viver....?
Como viver de literatura em um país sem leitores é a minha maior dúvida, mas outra tem me incomodado.
Como viver de jornalismo em um país sem diploma?
Quando o curso técnico paga melhor do que a universidade, quando não se precisa estudar para trabalhar em uma das profissões de maior impacto na sociedade. Quando para se GOVERNAR UM PAÍS você não precisa ter o Ensino Médio completo, ou ter lido Machado de Assis.
Como viver assim? Com que estímulo você vai a aula todos os dias?
Se antes pintaram os rostos nós agora deveríamos pintar o corpo todo! Se sofremos apagão, devemos responder com apagões de audiência, desligando nossas televisões e computadores.
Talevz esse seja o estímulo. Vamos estudar e fazer comédia de cinema com a realidade que vivemos. Vamos estudar e mostrar que faremos diferente. Vamos mudar.
Vamos ler. Vamos escrever. Vamos protestar. Vamos defender nossos direitos. Vamos viver com dignidade.
Vamos fazer um jornalismo sem censura, uma literatura respeitada internacionalmente que honre Machados, Jorges e Ericos.
Vamos aumentar o nível de ensino, cultura e qualidade de vida de todos.
Vamos ser voluntários de uma mudança.
Posso ser uma sonhadora, mas não sou a única. Espero que um dia você se junte a nós.
Como viver de jornalismo em um país sem diploma?
Quando o curso técnico paga melhor do que a universidade, quando não se precisa estudar para trabalhar em uma das profissões de maior impacto na sociedade. Quando para se GOVERNAR UM PAÍS você não precisa ter o Ensino Médio completo, ou ter lido Machado de Assis.
Como viver assim? Com que estímulo você vai a aula todos os dias?
Se antes pintaram os rostos nós agora deveríamos pintar o corpo todo! Se sofremos apagão, devemos responder com apagões de audiência, desligando nossas televisões e computadores.
Talevz esse seja o estímulo. Vamos estudar e fazer comédia de cinema com a realidade que vivemos. Vamos estudar e mostrar que faremos diferente. Vamos mudar.
Vamos ler. Vamos escrever. Vamos protestar. Vamos defender nossos direitos. Vamos viver com dignidade.
Vamos fazer um jornalismo sem censura, uma literatura respeitada internacionalmente que honre Machados, Jorges e Ericos.
Vamos aumentar o nível de ensino, cultura e qualidade de vida de todos.
Vamos ser voluntários de uma mudança.
Posso ser uma sonhadora, mas não sou a única. Espero que um dia você se junte a nós.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Hoje pode ser um dia excelente e maravilhoso - só depende de você
Sempre defendo que se leve em conta o que der na telha, que se chute o balde quantas vezes quiser.
Sempre, menos hoje.
Hoje fico com as coisas mais que belas.
As experiências que ficam gravadas em nós.
As pequenas coisas da vida.
A música preferida, ou várias delas.
O leite derramado.
A incrível leveza do ser.
Conversar com pessoas diferentes ainda é a melhor coisa que você pode fazer. Ouvir como elas vivem e o que as deixam feliz. E tentar entender como elas fazem o que fazem.
Ninguém é totalmente louco nem totalmente são. Não espere que sejam iguais a você, nem você é hoje igual ao que era ontem. E agradeça por isso.
Deixe de lado os preconceitos e aprender um pouco. Todos tem toda a vida pra te mostrar e te ensinar isso ou aquilo.
Deixe de lado a melancolia burguesa e vá andar na praia. Sorria ao ver, não só a criança, um adulto passar saltitando.
Não fique emburrado. A longo prazo isso só significa mais rugas. E o gostinho amargo fica sempre na sua boca.
Não se chateie tanto com a sua vida. Sempre vão achar a sua grama mais verde e com razão. Ali do outro lado da rua tem gente com problemas gigantes que não estão reclamando.
Não feche os olhos e não abaixe a cabeça. Há muito pra ver.
Não chore pelo leite derramado. Aprenda com ele. Aprenda com todos os livros que você ler, filmes que você vir, histórias que você ouvir. São visões diferentes da mesma realidades, do mesmo mundo, da mesma vida. e aí mude a sua. Aos poucos, um dia de cada vez. Exatamente como quem se livra de um vício, sim, porque todos são cheios de vícios. E de uma forma ou outra todos são nocivos.
Hoje o dia pode ser maravilhoso. Amanhã também. Não espere o ano novo pra fazer a sua listinha de promessas que não serão realizadas. Se começar agora as chances de deixar de fazer são menores. Não espere o Natal para presentear alguém. Não espere o Carnaval para ser feliz. Não espere um extremo para dizer 'eu te amo'. Nem 'eu te disse'. Todos os dias da sua vida podem ser maravilhosos e vários deles podem ser memoráveis. Só depende de você
Me contrariando mais ainda, largando um vício, eu digo pra não deixar pra amanhã nem pro ano que vem pra fazer coisas que podem ser feitas hoje.
Como já dizia a chata da Xuxa, se você ficar de preguiça a vida toda vai enguiçar. E engarrafar. Não existe nada pior, certo? Então se movimente. Movimeto atrai movimento. Gera energia e coisas boas acontecem.
Estou indo fazer meu dia ser maravilhoso, até mais.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Um ósculo pra você... Aproveite-o!
As relações estão ficando mais complicadas em contraste com a facilidade da vida moderna?
Enquanto podemos falar com alguém na Ucrânia atraves de microcâmeras acopladas no computador, não podemos comentar sobre a bolsa da namorada de um amigo sem que isso se torne caso de polícia... Ou debate grupal... Ou intrigas que duram a vida...
De novo tenho que defender a simplicidade das relações no colégio, quando tudo que se falava ficava embaixo dos panos, ou seja, mesmo quem sabia fingia que não. E tudo fluía bem assim. Sim, sou defensora da falsidade em prol da boa convivência. E só assim. Não gosto de você? Então estará desenhado no meu sorriso. Ou subentendido na falta dele... Mas se tenho que conviver com você e te chamar de 'amor', pode apostar que eu farei.
Sou contra grupinhos e sempre fui. O meu time é sempre eu e mais dois. Um trio de amigos é o que basta, o número mágico. Mas esses três variam de acordo com o humor ou a situação, claro. (Com raras exceções de influência divina)
Manter a paz entre mais de três pessoas é uma tarefa complexa e, também por isso, o trio tem rotatividade. Aquele dia tô pra esse amigo, no outro ele me dá dor de cabeça. A vida é assim, Valdemar...
E por falar em vida... Sem querer parecer piegas... Cada um já tem a sua própria pra levar, né? Então deixa que o coleguinha cuida da dele...! Afinal, ele precisar evoluir espiritualmente pra não reencarnar como uma lesma ou, pior, de novo perto de você...
Na era do bj, o que eu gostaria de ver são ósculos. Em quem você gosta ou não.
Ósculo, me manda uma carta! *
Enquanto podemos falar com alguém na Ucrânia atraves de microcâmeras acopladas no computador, não podemos comentar sobre a bolsa da namorada de um amigo sem que isso se torne caso de polícia... Ou debate grupal... Ou intrigas que duram a vida...
De novo tenho que defender a simplicidade das relações no colégio, quando tudo que se falava ficava embaixo dos panos, ou seja, mesmo quem sabia fingia que não. E tudo fluía bem assim. Sim, sou defensora da falsidade em prol da boa convivência. E só assim. Não gosto de você? Então estará desenhado no meu sorriso. Ou subentendido na falta dele... Mas se tenho que conviver com você e te chamar de 'amor', pode apostar que eu farei.
Sou contra grupinhos e sempre fui. O meu time é sempre eu e mais dois. Um trio de amigos é o que basta, o número mágico. Mas esses três variam de acordo com o humor ou a situação, claro. (Com raras exceções de influência divina)
Manter a paz entre mais de três pessoas é uma tarefa complexa e, também por isso, o trio tem rotatividade. Aquele dia tô pra esse amigo, no outro ele me dá dor de cabeça. A vida é assim, Valdemar...
E por falar em vida... Sem querer parecer piegas... Cada um já tem a sua própria pra levar, né? Então deixa que o coleguinha cuida da dele...! Afinal, ele precisar evoluir espiritualmente pra não reencarnar como uma lesma ou, pior, de novo perto de você...
Na era do bj, o que eu gostaria de ver são ósculos. Em quem você gosta ou não.
Ósculo, me manda uma carta! *
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nada é claro como vodka!
Se não atravessamos o mesmo rio duas vezes, tudo é fim. Não é claramente um fim porque depois podem acontecer zilhões de situações, mas foi fim um dia. Para alguém, sob algum ângulo. De algum jeito. Precisamos de fins. Fins de todos os tipos, todos os dias. Senão tudo seria ao caos tendencioso.
E se vovó já dizia que tudo tem dois lados e o professor na faculdade que tudo tem infinitos lados, não pode ser claramente ruim. Foi bom mês passado, mas agora é motivo de careta de arrependimento. É bom agora ou foi ruim naquela época. Para e pensa, as vezes você pode rir disso as três da manhã. Com ou sem um copo de vodka na mão.... Já que nada pode ser mais claro. Se é que você me entende...
"Nada é claramente fim e nem todo fim é claramente ruim"...!
E se vovó já dizia que tudo tem dois lados e o professor na faculdade que tudo tem infinitos lados, não pode ser claramente ruim. Foi bom mês passado, mas agora é motivo de careta de arrependimento. É bom agora ou foi ruim naquela época. Para e pensa, as vezes você pode rir disso as três da manhã. Com ou sem um copo de vodka na mão.... Já que nada pode ser mais claro. Se é que você me entende...
"Nada é claramente fim e nem todo fim é claramente ruim"...!
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